Ñamandu Ru Ete tenondé gua
o yva rã oguero-jera ey mboyve i;
Yvy Tenondé oguero-jera ey mboyve i;
yvytu yma i re A’e oiko oikovy:
Ñande Ru oiko i águe yvytu yma,
ojeupity jevy ma ára yma ojeupity ñavõ
ára yma ñemo-kandire
ojeupity ñavõ.
Ára yma opa ramove, tajy poty
py, yvytu ova ára pyaú py: oiko
ma yvytu pyaú, ára pyaú, ára
pyaú ñemokandire.
Antes de haver o verdadeiro Pai, o Uno,
criado no curso de sua evolução, sua morada,
antes de haver criado a Terra Primeira,
existia em meio aos primeiros ventos:
e o Vento Primeiro de nosso Pai
podemos percebê-lo como espaço-tempo,
onde ao fim deste Vento,
nomeou-lhe: época, era, (h)ora.
Orou, arando rios de tempo-espaço,
desaguando novos ventos, os espaços novos,
defloram e florescem
a flor de cada época.
Copiado de:
JECUPÉ, Kaka Werá. Tupã Tenondé: A criação do Universo, da Terra e do Homem segundo a tradição oral Guarani. 2ª edição. São Paulo: Peirópolis, 2001. p. 31.
Tags: índio, cosmologia, espaço, guarani, indígena, jecupé, kaka werá, peirópolis, tempo, tenondé, tupã, universo
novembro 20, 2010 às 12:13 am |
blog pseudo cult , a mesma merda de sempre !!
mediocridade
novembro 22, 2010 às 1:45 pm |
Fufu-lulu!